quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Contra a Solidão

Masturbou-se na estrada


Contra a solidão.


Um eucalipto beijou-lhe a mão...o pénis.


Não destruas as tuas obras


De que vale um vale sem rio


 E porque choras?!


Por não seres um labirinto?!


 


Levantou-se por detrás do Sol


Contra a solidão


Um vaga-lume sorriu.


Mais longe, suplicaram


As sementeiras maduras.


 


Nunca!


Ele é um objecto


Só sonhará


Se encontrar


A morte


Na estrada.


 


 

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