sexta-feira, 29 de junho de 2007

Os ânus do ano

Será que a doutora Patrícia Lanca tem alguma coisa contra o distinto benemérito Jacinto Leite Capelo Rego.

Bem, parece-me que pelo menos são os dois de direita e conservadores. E também revelam uma fixação estranha por ânus . Aliás esta fixação anal está a tornar a a doutora Lanca , que não tenho o prazer de conhecer, num dos símbolos sexuais da blogosfera .

Bem hajam (fosga-se , onde é que eu já ouvi isto? ao coronel, perdão, major Loureiro?) os que como a doutora trazem a discussão para o que o Dr. Freud dizia, e com toda a razão, faz girar o mundo. Sexo!

Já agora, andará a doutora Lanca na fase anal?

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Guerra de Civilizações?(10 000 anos de solidão)

Quando há dez mil anos a subida do nível do mar, provocada pelo degelo da última glaciação, isolou a Tasmânia do continente australiano, os indígenas  pareceram ter perdido as competências para pescar, acender o fogo e coser. Regrediram em relação aos seus irmãos aborígenes da imensa ilha-continente , vivendo na maior simplicidade imaginável.


 


Em 1772 aportaram à ilha os primeiro colonos europeus. Os povos autóctones pouco se importaram com a sua presença e continuaram a seguir os seus modos de vida. Ou melhor, continuariam se os recém-chegados não lhes tivessem movido feroz perseguição. Não dispondo de qualquer defesa em relação aos invasores, rapidamente o seu número foi diminuindo e por volta de 1830 não passariam de 72, dos inicialmente    5 000 habitantes originais. Desde a chegada dos empreendedores colonos, foram utilizados como mão-de-obra escrava e como objectos sexuais e, sadicamente, torturados e mutilados. Foram caçados como animais e o governo oferecia vultuosas somas pelas suas (imaginem) peles. As mulheres dos homens mortos eram obrigadas a  deambular com as cabeças dos maridos penduradas ao pescoço. As crianças mortas à paulada. Os homens que sobreviviam, castrados.


 


William Lanner , o último indígena do sexo masculino, deixou o mundo dos vivos em 1869. A sua cova foi aberta por um membro da Royal   Society    da Tasmânia, o Dr. George Stokell que (agarrem-se bem) fez da sua pele uma bolsa para tabaco. (Como Hegel bem demonstrou a lógica protestante é mesmo tramada para o negócio).


 


A última mulher aborígene pura da Tasmânia morreu poucos anos depois tendo-se, assim, consumado o genocídio.


 


(Parece uma história do princípio dos tempos, mas foi há menos de 200 anos ).

domingo, 24 de junho de 2007

Só eu sei porque sou tão infeliz...

Uma Porta Encravada

Uma porta encravada
na vida residual,
no gene obliterado e
cru,
barra o mandamento final
da solidão.

Uma porta no caminho
irrecusável,
no sulco apoteótico
das substâncias,
no campo lavrado
das minudências repletas
de caos.

Algures, entre nada e confusão, asperge o sémen
da vizinhança
ressabiada e nua das origens
comprimidas.

A porta não revela o caminho
coordena, condena e avalia,
saufraga e implora
a  violação suprema do peixe,
da cruz e dos espinhos.

O Universo prenhe
de raiva imaculada
e ra(o)sa.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

O Papa e o Engenheiro

Bela prosa no Mar Salgado sobre a cerimónia com que  jornalistas tratam os "homens do futebol", os grandes é claro! E não ser trata de jornalismo desportivo que isso, apesar da mirabolante peculiaridade do país que sustenta três diários desportivos ( mais um não pago) não há. Há sim lambe-botas que escrevem em jornais, peroram na rádio e "engraxam" na tv .

Trata-se de um "Jornal de Referência"! Ainda por cima o meu jornal desde o primeiro número. Se houvesse verdadeira escolha em Portugal se calhar já não seria. O menos mau é o melhor e assim lá me vou contentando e, como no tempo da censura, cruzando informação para chegar à "notícia".

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Classe Média e Capitalismo



"A classe média é um luxo que o capitalismo actual já não consegue suportar"

no "Sobre Humanos e Outros Animais" de Jonh Gray , da Lua de papel. Livro que recomendo vivamente!

terça-feira, 19 de junho de 2007

Lisboa e a Paisagem Envolvente

Portugal é um país pequeno. Pequeno em área física. Hoje, e cada vez mais, Portugal confina-se à cidade de Lisboa. O resto do país só aparece pelo sórdido: uma ponte que cai em Entre-os-Rios, uma criança que desaparece no Algarve, um apito dourado no Porto, uma casa de regabofe pedófilo em Elvas.

Lisboa é uma cidade pequena. Todos se conhecem. Na cidade existem duas castas bem distintas. As elites, vivendo nos mesmos espaços e movendo-se nas mesmas "instalações" e os, digamos, "deserdados da sorte", vivendo nos arrabaldes da "não inscrição" e entorpecidos pelas novelas e concursos de televisão. Cada vez mais separados no espaço e no ser. Os condomínios fechados, para as elites culturais e políticas e os bairros difíceis (na verdade também fechados) para  o lúmpen indiviso da multidão anónima.


 


Como ia dizendo, Lisboa é uma cidade pequena onde todos se conhecem. Todos os conhecidos como é óbvio porque os que não aparecem na tv não só não existem como ninguém os conhece. Sendo claro que hoje a existência não é, ela só, pressuposto de conhecimento. Ou seja, pode-se ser conhecido, e bem conhecido, sem nunca ter tido uma existência real. Basta pensar no Harry Potter ou no Sr(?) Klark Kent.


Como uma escola americana de Antropologia de meados do século XX, estudando pequenas comunidades rurais da Andaluzia, mostrou, onde os vizinhos todos pertencem a um “nós” coeso e próximo em interesses e objectivos, existe um patamar de realização para o “eu” que estes cientistas sociais entenderam apelidar de “limited good”. Se ultrapassas este tecto usaste certamente ferramentas ilícitas, do ponto de vista moral e real. Exemplifiquemos: se tens muito sucesso com mulheres, usaste filtros, pós, magias, chantagens misteriosas não correctos e inaceitáveis  contrariando o livre arbítrio das conquistadas; se tens sucesso com o dinheiro, é porque traficas drogas e outros produtos afins; se falas muito e bem, só nada podes dizer. Os bens ao dispor da comunidade são finitos e o seu acesso nivelado por baixo. Se o nivelamento fosse por cima corria-se o risco da sua escassez.


Ora em Lisboa o “limited good” é imposto de forma implacável. Os ódios são mortais entre  os portentosos contendores na escalada social. Utilizam-se as mais inimagináveis, criativas e mortíferas armas. Nos estreitos palcos da contenda os truques sujos são aplicados sem remorsos e de forma maquiavélica. Quando ouvimos, o que é frequente nos nossos dias, falar de cabalas, conjuras e ajustes de conta, não estamos a usar da metáfora como meio de expressão. Estamos a ouvir os relatos de uma luta intestina incessante e, muitas vezes, com um fim irreversível e dramático. A lama. A mais baixa das mais baixas castas. A lama moral de onde mais não se pode sair até ao fim dos tempos.


 


E, para não me alongar mais do que já estiquei neste modesto post, assim vai este lindo Portugal. Perdão esta “bem cheirosa” cidade de Lisboa.

domingo, 17 de junho de 2007

Wanted

Ele é já o homem mais procurado no país. O ilustre desconhecido benemérito do CDS/PP, Jacinto Leite Capelo Rego, não deu ainda sinal de si.


 


Dão-se alvíssaras por notícias suas.


 


quarta-feira, 13 de junho de 2007

O Rio em Perigo (Semana Cultural)

Filme de bonecos animados, utilizando figuras de plasticina, produzido e realizado pela turma do 5ºD, da Escola Básica de Monte Gordo. Este projecto foi desenvolvido na disciplina de Área de Projecto e coordenado pelo professor Nuno Martins.

Saliente-se que se trata de uma turma de currículos alternativos com dificuldades comportamentais e de aprendizagem.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Eleições francesas (2º acto)

Não sei como é que alguém pode estar satisfeito com o que se passou nas eleições legislativas em França. O que levará a nossa direita a estar tão feliz?


 


Que democracia é essa em que o vencedor (seja lá ele quem for) tem cerca de 80% dos votos? Em 577 possíveis  a UMP pode vir a aproximar-se dos 500 deputados. Eu acho, só por isto, a situação extremamente preocupante! Mesmo se este maremoto não tivesse sido acompanhado de outros factos assustadores: abstenção de 40%, a maior desde 1958, e uma relação de 40% de votos para o partido mais votado, para 80% de deputados eleitos. O dobro dos representantes em relação aos representados?


 


Embora tudo isto ainda sejam projecções alicerçadas nos resultados da primeira volta, já começo a sentir a perplexidade dos franceses perante tais absurdos contabilísticos. E sobretudo vinda da direita francesa (mais inteligente do que a portuguesa? Parece-me bem que sim) tentando aliviar a tensão como quando os bancos centrais sobem as taxas de juro para controlar a euforia dos consumidores.


 


Numa situação de quase monopartidarismo na Assembleia,  a oposição terá (não lhe resta outra alternativa) que vir para a rua para se fazer ouvir. E a rua, como em França sempre se soube, é dura e faz mais mossa que os assentos aveludados do parlamento. Os paralelepípedos são duros a valer. E Sarkosy sabe-o bem...

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Humanidade desumana

A vida é simples. Toda a gente a anda a tornar difícil. Para além daqueles momentos de deleite que compartimos com os nossos amigos animais, pelo menos com os mais  próximos, como o sexo, a alimentação, o sono, a protecção da família, ou a questão geral da sobrevivência, temos a miríade de bens que a cultura nos proporciona e que, a sermos humildes e realistas, nos podem tornar a vida prazenteira, harmoniosa e mais bela. Quem gosta dos filhos, da família, dos amigos, das pessoas ( por enquanto tudo coisas simples e baratas de conseguir), de ler, de ouvir música, de apreciar artes plásticas, de observar pássaros, de andar a pé (no campo, na cidade, na praia...), de escrever, de pintar, de tocar, de viajar, de preguiçar, etc,etc,etc , não deve ter medo de viver. Não precisa de gostar de tudo o que acima disse e de muitas outras coisas que não referi. Um eremita pode ser sereno e inteiro apenas com o seu silêncio.


 


Claro que é preciso saber ultrapassar (vencer?) as duras armadilhas que se estendem ao longo da vida: a doença limitativa do “ser”, a velhice e a morte. É preciso aprender a lidar com elas como integrantes da vida e não naufragar com elas. De todas elas parece-me que a velhice ainda é a mais difícil de integrar. A velhice transporta as outras duas e, nos nossos dias, está transformada num sepulcro colectivo ante mortem , escondido dos olhares misericordiosos dos transeuntes da vida.


 


Não se trata de ser ou deixar de ser feliz. A felicidade é uma concepção religiosa que as sociedades de consumo adoptaram para impingir coisas, e mais coisas, e mais coisas e coisa nenhuma. Um gato quando captura um rato não é feliz. Um gorila que embala um bebé não é feliz, um homem quando partilha uma refeição com os amigos não é feliz: vive sem fracturas a linha do tempo. Eterniza o efémero. Pára o fluir do tempo (ou torna-o mais lento) e sente a flutuação  eufórica dos desígnios vitais. Relativiza, no caso do homem, os paradigmas brutais da cultura envolvente. Quando, e embora sendo verdade, o homem se torna o centro do Universo, a medida de todas as coisas, a vida torna-se insuportável e perigosa. O outro é sempre o outro e a compreensão da alteridade uma alegoria platónica.


 


O não entendimento da simplicidade da vida, com as flutuações atómicas suas constituintes, leva a alguns paradoxos da sociedade pós-moderna e isto diz respeito apenas a uma parte da humanidade, pese a tão propalada globalização que como toda a gente sabe só é global em aspectos particulares da vida humana, mas isso é uma outra história. Um desses paradoxos é o da monotonia das sociedades pós industriais onde tudo está ao alcance dos cidadãos. Onde a sociedade se está a tornar demasiado perfeita. A revolta contra este “tédio” tem levado às tão mediáticas erupções de violência-sem-sentido ” . Esta violência é sentida como a única forma de assegurar a liberdade individual. Como nos diz J.G.  Ballard “numa sociedade totalmente saudável, a loucura é a única liberdade possível”. O século XXI verá multiplicarem-se estes actos de loucura em que a desumanidade parece imperar mas que não serão senão o regresso ao humano que despontou da natureza há cerca de 100 mil anos. O regresso a um paradigma perdido para reconstruir o “homem novo” anseio de todas as gerações de antanho e configuração do ser humano enquanto produtor de cultura.


 


A vida poderá ser simples. A humanidade nunca escolherá o caminho que pareça mais linear. E parece-me que isto tudo não irá acabar nada bem.


 

terça-feira, 5 de junho de 2007

Guerra de Civilizações?

Em1095 , no Sínodo de Clermont , o Papa Urbano II apela à libertação de Jerusalém. Em poucos meses camponeses, cavaleiros, homens e mulheres, lançam-se nessa epopeia. Partem para o oriente cerca de 600 mil pessoas esperançados em varrer as suas impurezas e, no caso dos guerreiros medievais, por falta de ocupação em virtude da decretada “trégua de Deus”. Estava em marcha a 1ª das 8 cruzadas.


 


Depois de uma viagem aventurosa e com peripécias variadas, estão às portas de Jerusalém a 7 de Junho de 1099. No dia 12, do mesmo, regista-se a primeira investida contra a cidade. A manobra revelou-se um autêntico desastre e os cristãos compreenderam que precisavam de mais meios humanos e técnicos para o assalto final.


Uma imensa multidão de peregrinos movida pelos impulsos místicos e pela fome de pilhagem, difícil de controlar, talvez tenha estado na origem do fracasso. Já à passagem pelo Reno e pelo Danúbio haviam incendiado e pilhado os guetos dos judeus. São gente perigosa e pouco disciplinada.


 


Só passado um mês se sentem preparados para nova tentativa de assalto. A 14 de Julho lançam uma violenta investida. Pensa-se que do lado cristão estariam 50 000 homens bem armado e do lado muçulmano, Iftikhar ad- Dawla , que governa Jerusalém, contaria com cerca de 10 00 árabes e sudaneses. Grandes torres de madeira, manganelas e catapultas tentam ultrapassar o fosso e aproximar-se das muralhas. Pedras, setas e fogo de vários tipos tentam atingir os ocupantes das torres. Incêndios lavram dentro e fora de muralhas. O cheiro a fumo e fogo enche o ar.


 


Iftikhar tem uma ideia genial e expulsa os cristãos da cidade onde sempre tinham vivido em harmonia com as outras confissões. Livra-se de bocas esfomeadas, de uma possível sabotagem e obriga o invasor a alimentá-los. Curiosamente mantém os judeus na cidade intramuros. Dizem (as más-línguas) a troco de avultada maquia.


 


A noite já avança e os fogos greco /bizantinos lançados pelos sitiados constituem um espectáculo magnífico e tremendo. Algumas torres parecem tochas gigantes incinerando as frágeis figuras humanas que nelas se dependuram.


 


Na manhã de 15, as coisas começam a inclinar-se para o lado dos cristãos. O exército provençal, comandado por Godofredo de Bulhão (terá a ver alguma coisa com o nosso, do Porto, mercado do Bulhão?) está a conseguir trepar às muralhas. Godofredo, Litoldo e Gilberto de Tournai já estão no cimo das poderosas muralhas e são seguidos por dezenas de cristãos. Os mouros caem uns atrás de outros. A porta de Herodes abre-se… por dentro. Raimundo de Saint Gilles arromba a porta de Sião e  apodera-se da torre de David onde se encontra Iftikhar , que é feito prisioneiro. Trata-se de um momento histórico ímpar. Que horas são? Meu Deus! São 3 horas. A hora da Paixão do Senhor! Que coincidência…


 


Crianças, mulheres, velhos, homens, todos os derrotados, são passados a espada. Mesmo sem oferecerem resistência alguma. Os cadáveres amontoam-se nas estreitas ruas. E os Judeus? São também massacrados. A sinagoga, onde se refugiaram, foi incendiada morrendo assim toda a comunidade judaica de Jerusalém. Mas esperem! Há uma ténue réstia de esperança. Tancredo de Hauteville ergueu o seu estandarte na dourada cúpula da Mesquita do Rochedo e põe sob sua protecção os muçulmanos que nela se haviam refugiado. Sol de pouca dura. Os loucos Flamengos desobedecem à sua ordem e completam a tarefa: massacram-nos barbaramente.


Durante este massacre sem fim, Godofredo, Roberto de Flandres, Tancredo Gastão de Béarn , Raimundo de Toulouse, Roberto da Normandia e outros capitães suspendiam as armas no Santo Sepulcro e adoravam-No . Segundo as palavras de Godofredo de Bulhão “foi uma cerimónia muito comovente, durante a qual todos se sentiram melhores pessoas”.

domingo, 3 de junho de 2007

Sócrates e o Crime

Atenas abafava em calor. Por debaixo de uma frondosa oliveira, Sócrates, parecendo zangado, perorava sobre tudo e sobre nada. Mais sobre nada. Que o conhecimento a isso levava...


 


Um jovem, que pela primeira vez o ouvia, seguia-lhe as sinuosas palavras, as impenetráveis ideias e as parábolas flamejantes. A maior parte dos discípulos acompanhava-o distraidamente passando, de tempos em tempos, pela confortante anestesia do sono.


 


"... todas as pessoas feias são criminosas e de mau carácter..."


 


Esta frase bateu fundo na consciência do contemplativo jovem que atirou sem pensar:


 


- Mas o senhor é feio e bem feio...."


 


A interrupção gritada ecoou na praça geométrica, os seguidores regulares acordaram agitados e a própria oliveira se agitou gemendo ao vento.


 


O jovem, assustado, encolheu-se em si mesmo atrofiando-se no tempo. Os presentes focaram o olhar no filósofo, esperando a resposta iracunda do mestre.


 


Sócrates olhou longamente o jovem e, sorrindo, disse:


 


- Eras o único que me ouvia neste dia tórrido de Atenas. A  tua interrupção foi um dom nesta tarde do fim e do principio do mundo. E tens toda a razão. Eu sou das piores criaturas que se  passeiam no mundo de Zeus. Sou mau como todos os homens maus que foram e que irão ser. No entanto escondo e oprimo a minha maldade e ajo como a melhor das ovelhas de Zeus!


 


A praça, geométrica, respirou de alívio e mesmo a temperatura pareceu ceder ajudada por uma suave brisa vinda do Egeu.

sexta-feira, 1 de junho de 2007

Beatles For Ever


 


 


40 anos é muito tempo!


 


Todos temos mais 40 anos mas nunca seremos velhos!


 

Paradoxo Mortal

Todos os políticos são iguais.

Assinado: um eleitor.


Para esses tanto lhes dá ser governados por Saddam Hussein ou por Blair , por Sócrates ou por Amadinejad , por Bush ou por Lula, por Berlusconi ou por Merkl , por ou por...

Só pedia que lhes calhasse em rifa o General Musharaf ( e isto porque lhes quero bem) e que depois dissessem qualquer coisinha.

Quem diz que os políticos são todos iguais ( cada vez mais em voga ) ainda não percebeu nada de liberdade e democracia. Ainda não percebeu nada de si próprio.

Tudo também pode ser nada

  (sem rede) Se tudo não passasse de um desaparecimento atrás de uma esquina chanfrada, daquelas que não custa nada, mesmo nada, dobrar, u...