domingo, 31 de maio de 2015

a alma do outro

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Lá para os meados da estação fria, a minha parenta Tiodomira, sofredora de iliteracia crónica (felizmente benigna), quando viu esta fotografia, benzeu-se uma data de vezes com frenesim e exclamou:
- Ai mê queride prime, cruzes canhoto (reparem na competência premonitória da senhora), o prime transfermô-se naquele poeta escondide. Como lá é que ele se chama?
Sorri maliciosamente.

Tudo também pode ser nada

  (sem rede) Se tudo não passasse de um desaparecimento atrás de uma esquina chanfrada, daquelas que não custa nada, mesmo nada, dobrar, u...