sábado, 20 de outubro de 2012

(...) o nevoeiro morno do Levante.


 


Chegou ontem a casa e já está danadinho para ir por aí à aventura...



Começa assim:
"Não tinha pensado nisso. Os pensamentos também precisam das suas circunstâncias e estas não estão ao alcance da vontade. Acontecem quando ninguém as espera. Mais, emergem, muitas vezes, da realidade quando não são desejadas.
A avenida estendia-se, rude e crua, até ao fim do mundo. Alguns candeeiros iluminavam o nevoeiro morno do Levante. (...)"



Brevemente num sítio qualquer, as aventuras e desventuras dum poeta, bem acompanhado, à procura dum bar aberto na madrugada sem fim...

Tudo também pode ser nada

  (sem rede) Se tudo não passasse de um desaparecimento atrás de uma esquina chanfrada, daquelas que não custa nada, mesmo nada, dobrar, u...