Plagio a tua carta,
A relva proibida aos pássaros.
A liberdade encerra-me
Nos campos da verdade.
Gostaria de escrever palavras de amor
Mas elas não me parecem bonitas.
Sentes?!
Engano-me?!
Que mundo, que medo!
Os amigos valem tão pouco
Quando o fio penetra
A alma, os lábios.
Lê o poema como folha arrancada
Do meu diário,
Do meu sorriso embriagado
De esperança.
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