quinta-feira, 2 de novembro de 2006

Plagio a Tua carta

Plagio a tua carta,


A relva proibida aos pássaros.


A liberdade encerra-me


Nos campos da verdade.


Gostaria de escrever palavras de amor


Mas elas não me parecem bonitas.


Sentes?!


Engano-me?!


 


Que mundo, que medo!


Os amigos valem tão pouco


Quando o fio penetra


A alma, os lábios.


 


Lê o poema como folha arrancada


Do meu diário,


Do meu sorriso embriagado


De esperança.

Sem comentários:

Enviar um comentário

Tudo também pode ser nada

  (sem rede) Se tudo não passasse de um desaparecimento atrás de uma esquina chanfrada, daquelas que não custa nada, mesmo nada, dobrar, u...