Um dia por semana, à terça, quando não posso passa para a quarta, como hoje, ando a organizar os textos deixados pela minha mãe (só do seu facebook tirei 100 páginas). Mais as caixas atafulhadas de papéis para neles mergulhar mais tarde. A primeira tarefa é ver se são inéditos. Lá tenho ir com o dedo pelos índices dos seus três livros de poesia publicados, até já estar meio almariado e desistir. Vamos ver se consigo chegar ao objetivo final: publicar estes textos de poesia, ditados populares e até de filosofia. Claro que passo o dia de olhos embaciados, e, às vezes, bem aguados. Hoje deparei-me com este que nos fala da morte do meu pai e seu companheiro de sempre.
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