O homem é a medida de todas as coisas. Mas, o determinante artigo definido que antecede o axioma, aqui, é indefinido: o homem não sou eu nem tu: pode ser um homem qualquer. Nenhum homem é a medida de todas as coisas. Nem de algumas coisas. Nem de coisa nenhuma.
É, será?, por isso mesmo, que os limoeiros só dão limões depois de barbaramente maltratados: espancados com um pau dos duros, nunca de citrino, e, finalmente, se lhes espeta um prego no tronco. No lugar, se as árvores o tivessem, do coração.
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