As tradições são para manter! Manhã a britar azeitonas. À tarde, bem à tarde, continua a longa campanha da alfarroba. Depois vêm as azeitonas. E ainda nem apanhei os figos, tem que ser antes da chuva, do chão para a aguardente. E ainda tenho umas telhas partidas pelos homens da fibra ótica para mudar. E anda por aí uma criatura literária a nascer... A vida no campo é de uma monotonia que até arrepia.
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