terça-feira, 16 de agosto de 2011

noite esfíngica


"Os Restos da Floresta 2" de Adão Contreiras (video e esculturas). Atenção, muita atenção, à música de Telmo Palma. Dois queridos amigos.

 


 


Observação inicial:


Para uma correta implementação que preveja o reinvestimento da hipocrisia construída noutras competências, convocam-se os objectivos instrumentais do amor, os objectivos cognitivos gerais e específicos da consciência abandonada e os objectivos atitudinais da descoberta dos parâmetros vitais das tartarugas.


Dito isto, que ajuda a cagar melhor e predispõe o uso da postura fetal, diríamos que a romanzeira está mais alta e o freaks fora de moda. Engolir fogos é um banalizar do tempo que observa a vida enlutada. Banaliza a sequência linguística num fim em si mesmo, encerrada no laboratório do erro. Um lugar periférico onde a maldição funciona como um produto de marketing na implicitude do processo de operacionalização da noite esfíngica. Considerar o conteúdo irreal das pausas sem virgula um diagnóstico espontâneo das marés sobressalentes é um deambular de fratais na pedagogia do medo.


Porquê esta persistência? Porquê tratar deus como uma explicitude do desejo que conduz ao orgasmo? De que fala Zaratustra?


Agora, a diferente aceitação das estratégias para a escolha e preparação dos falantes enquanto produtores de automatismos contextuais:


(...) esconder a morte e potenciar a reprodução dos genes enquanto a vaidade imperativa cavalga os infindáveis territórios onde o sonho celebra a eternidade.


PS: Atenção; o estatuto da alma não dispensa o sentido da estrutura.

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