quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

Gregaridade Primeva


 


 


 


 Serei imoral?


Mais que isso, vivo sem portas,


Sou o ácido


Que devora a sociedade?


A gregaridade primeva?


 


T(r)oco-a      e sofremos


Rasgo-a         e  a solidão podre aplaude.


 


O poder é uma pena


Que cai lentamente


Ajudada pela pressão


Dos nossos braços


A manter-se


Religiosamente nos montes.


 


 a revolução é um contrabalanço de poder, embora, inconscientemente, todo o revolucionário tenha como adquirido  que ela é a sua destruição total.


 


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