Agora que o passado já não conta, vou incendiar a lucidez e permitir-me abraçar os dias sem objetivo. A pequenez de tudo o que circula na contramão ser-me-á o alimento que atenua a faminta vontade. Os olhos dirão o que o silêncio não quiser. Navegaremos, então, na tépida nave dos afectos.
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