terça-feira, 23 de setembro de 2008

habemus uomo


 


O Glorioso, O Grande, continua pequeno. 3+3  golos encaixados em dois jogos consecutivos, com os descoloridos Nápoles e Paços de Ferreira,  não auguram nada de bom para o futuro próximo. No entanto quero realçar o Neo - Glorioso, Carlos Martins, de quem eu desconfiava um pouco; que fez ontem  um jogo fantástico na sofrida vitória no terreiro  do Paços (gostaram da analogia?), por 3 a 4. Atacou, defendeu, passou, rematou e sempre numa entrega total, aguentando estoicamente a pancadaria que lhe foi sendo distribuída durante os 95 min. Mil vezes pareceu sucumbir, e necessitar substituição, mil vezes renasceu para servir e sofrer.


Com o seu ar esgaseado-biblíco, foi o esteio de uma equipa ainda (espera-se) à procura da tramontana.

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