sexta-feira, 13 de junho de 2008

Não Avaliarás


 


Sempre que fui avaliado e pretendi um bom resultado, consegui-o. Metamorfoseei-me no avaliador. Esta é a mais injusta das avaliações. No entanto deixa os dois intervenientes felizes. Sobretudo o avaliador.


 


Nunca o avaliador poderá avaliar-se a si próprio e, portanto, todas as minhas avaliações (enquanto sujeito) são irrelevantes e falsas.


 


Quando quero saber minimamente o que valho, relaxo e torno-me numa entidade mineralizada.


 


As rochas falam por si, por todos nós.


 


Nisto de avaliações sou muito cristão e sigo a sempre  difícil opção: não avaliarás!

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