Ségolène Royal está deslumbrante. A "força tranquila" está de volta, agora emergindo do reconfortante regaço do "eterno feminino".
Nem precisava falar, só sorrir levemente. E a França poderá ser outra vez o país da revolução.
(sem rede) Se tudo não passasse de um desaparecimento atrás de uma esquina chanfrada, daquelas que não custa nada, mesmo nada, dobrar, u...
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