Tão pouco tempo...
Foi tão pequeno por ti
O momento da palavra descalça
Na areia impossível de entender.
Sempre sozinho trará leituras
Para conseguir espreitar
Os barcos.
Em vão drogas atiradas ao mar e nunca
Recuperadas por corpos suados do mar
E punhos com latidos de lá.
Procura nos teus sonhos
Mulheres de costas voltadas ao Sol.
Rebentou um canhão na província.
Os camponeses procuraram não rir.
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