A minha única intervenção pelo Sim no referendo do próximo dia 11 era para se limitar à "etiqueta" que aparece na coluna da esquerda deste blogue. A discussão é sempre a mesma e para esse peditório já eu dei muitas vezes. Os avanços científicos atirados, como desequilibradores, à praça não acrescentam muito e quando o fazem dão para os dois lados. Sou pelo Sim convictamente mas compreendo a posição da maioria das pessoas que defendem o não e não é por aí que o gato vai às filhoses, ou seja que eu entro na liça. Aliás nem vou entrar seguramente. Agora tenho lido e ouvido tanta parvoíce nestes dias vindas das bandas do não que não poderia ficar calado. Não de uma forma prosélita, mas só para desabafar e para não dizer parvoíces eu mesmo. Sim que pelo lado do Sim também há muita parvoíce no ar e o melhor era estes ditos cujos estarem caladinhos. Mas como eu ia dizendo vieram, nos últimos dias uns senhores e umas senhoras defender que o aborto é um assassinato como os que deliciavam Saddam Hussein nos seus tempos glórios , que é um assassinato praticado pela mãe sobre os seu filhos, que é um genocídio... haja decoro! Vão mas é pentear macacos (coitados que não têm culpa) e deixar de ofender a inteligência das pessoas e a vossa que parece pouco nutrida.
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